sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Grupo BMW bate recorde de vendas no acumulado do ano


Mini Paceman (Foto: Divulgação) 
 
Marca Mini cresce com força (Foto: Divulgação)
A BMW entregou 170,9 mil veículos em novembro, 23% a mais que em igual período de 2011. As vendas acumuladas nos primeiros 11 meses do ano são as melhores da história da companhia, com alta de 10,1% em relação a um ano antes. O grupo automotivo comercializou 1,66 milhão de unidades entre janeiro e novembro e está próximo à marca de 1,67 milhão de veículos obtida nos 12 meses de 2011.
"Nosso atrativo portfólio de produtos continua a ter uma forte demanda global e atingimos mais um mês recorde em vendas. O sucesso dos modelos comprova a força de nossas marcas premium", disse Ian Robertson, responsável pela área de vendas e marketing da BMW.
A marca BMW entregou 145,4 mil unidades em novembro, alta de 26,4% ante o mesmo período do ano passado. A demanda pelos modelos da marca Mini cresceu 6,6% no mês passado, em bases anuais, e as vendas somaram 25,1 mil veículos.
Na análise por continentes, a Ásia liderou as compras de veículos do grupo, com crescimento de 48,9% em novembro, para 46 mil unidades. No continente americano, foram comercializados 43,4 mil veículos, alta de 29% na comparação anual. Mesmo em condições desafiadoras, as entregas subiram 9,9% na Europa e totalizaram 76,1 mil unidades em novembro.
Entre janeiro e novembro, as vendas subiram 1,5% na Europa, para 787,3 mil veículos, e avançaram 30% na Ásia, para 444,9 mil unidades. No continente americano, cresceram 9,9%, para 373,4 mil veículos, na comparação anual.

Audi confirma venda do RS 6 Avant no Brasil para o 2º semestre de 2013



Audi RS6 Avant (Foto: Divulgação) 
Audi RS6 Avant (Foto: Divulgação)
A Audi confirmou nesta quinta-feira (6) que venderá o novo RS 6 Avant no mercado brasileiro a partir do 2º semestre do ano que vem. A perua esportiva foi revelada mundialmente na última quarta-feira (5).
O novo RS 6 é equipado com motor 4.0 V8 biturbo, de 560 cavalos e 71,4 kgfm de torque, acoplado a uma transmissão automática (Tiptronic) de 8 marchas. De acordo com a marca, a perua acelera até os 100 km/h em 3,9 segundos e alcança a velocidade máxima de 305 km/h, quando equipada com o pacote opcional Dynamic – a versão anterior do modelo tinha um 5.0 V10, de 580 cv e 66,3 kgfm de torque, que levava o esportivo familiar aos 100 km/h em 4,5 segundos. A tração é integral.
Outra perua esportiva da marca alemã que chega ao Brasil no próximo ano é a RS 4, já avaliada pelo G1. Tomando como base seus R$ 400 mil por aqui, a RS 6 deve desembarcar no mercado brasileiro com preço na casa dos R$ 500 mil.
Audi RS6 Avant (Foto: Divulgação) 
Audi RS6 Avant (Foto: Divulgação)

Topo de linha da marca, Citroën C6 chega ao fim


Citroën C6 (Foto: Divulgação) 
Citroën C6 (Foto: Divulgação)
A Citroën encerrou nesta quarta-feira (19) a produção do C6, modelo topo de linha da marca lançado em 2006. A fabricação do C6 era realizada em Rennes, na França, e contava com 250 trabalhadores.
O Citroën C6 chega ao fim após vendas abaixo da meta. Ao invés de vender 20.000 unidades por ano, como o previsto pela marca, o sedã de luxo emplacou tal montante apenas ao longo de sua trajetória.
Citroën C6 (Foto: Divulgação) 
 
Citroën C6 (Foto: Divulgação)
O modelo derivou do C6 Lignage Concept, revelado no Salão de Genebra de 1999. Embora tenha sido lançado anos depois do fim do XM, o C6 ocupou o papel de seu sucessor natural. Rival de BMW Série 5 e Mercedes-Benz Classe E, o C6 era equipado com um motor 3.0 V6, de 214 cv. Entre os equipamentos, destaque para o head-up display, aviso de mudança involuntária de faixa, faróis de xenon direcionais, suspensão pneumática Hydractive, molas e amortecedores ajustáveis eletronicamente e spoiler traseiro automaticamente ajustável à velocidade ou frenagem. A aposentadoria do C6 é considerada o fim dos grandes carros de luxo da indústria francesa.
Citroën C6 (Foto: Divulgação) 
Citroën C6 (Foto: Divulgação)

Hyundai faz recall de 13.500 unidades do Veloster nos Estados Unidos



Hyundai Veloster vai concorrer nos Estados Unidos com o Mini Cooper, entre outros (Foto: Divulgação) 
 
Hyundai Veloster  (Foto: Divulgação)
A Hyundai terá de fazer recall de 13.500 unidades do Veloster nos Estados Unidos, informou o órgão que regula fiscaliza a segurança viária e veicular no país (NHSTA), nesta quarta-feira (19). De acordo com a entidade, um problema de montagem do teto solar pode enfraquecer o item e até ocasionar sua quebra em movimento, o que pode causar um acidente e ferimentos aos ocupantes.
A partir de janeiro de 2013, os veículos serão inspecionados e, caso necessário, terão o conjunto substituído gratuitamente nos Estados Unidos. Os veículos envolvidos no recall foram produzidos entre novembro de 2011 e abril de 2012. A Hyundai ainda não se pronunciou sobre a possível participação do Brasil neste chamado.

Nova lei seca põe fim à brecha do bafômetro, mas depende de tribunais

As novas regras que endurecem a lei seca e começam a vigorar nesta sexta-feira (21) devem acabar com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de punição. Segundo especialistas ouvidos pelo G1, recusar o bafômetro não vai mais impedir o processo criminal, mas há críticas à "subjetividade" do texto. O projeto de lei, publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial da União,  foi sancionado sem vetos pela presidente Dilma Rousseff  nesta quinta (20).
saiba mais

Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade policial de dizer quem está embriagado e, para defensores da tolerência zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas alcoolizados escapem da Justiça.
O que muda
A mudança no Código Brasileiro de Trânsito sancionada sem vetos nesta quinta-feira (20) pela presidente Dilma Rousseff possibilita que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam considerados válidos contra os motoristas embriagados. Além disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja reincidente em um ano.
O QUE MUDA NO CÓDIGO DE TRÂNSITO
Art. 306 - Parte principal foi alterada:
ANTES DEPOIS
Conduzir veículo automotor, na via pública, estando com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a 6 decigramas, ou sob a influência de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência
Conduzir veículo automotor com capacidade
psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra
substância psicoativa que determine dependência
Novas formas de comprovação:
1 - concentração igual ou acima de 6 dg/L de álcool no sangue ou de 0,3 mg/L no ar alveolar (medido por bafômetro)
2 - sinais que indiquem, segundo o Contran, alteração da capacidade psicomotora
3 - imagem, vídeo, testemunhas e outras provas lícitas
Pena continua igual: detenção, de seis meses a 3 anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo
Art. 165 - Pena administrativa: Infração gravíssima - 7 pontos na carteira
Multa: R$ R$ 957,70 e suspensão do direito de dirigir por 1 ano
R$ 1.915,40 e suspensão do direito de dirigir por 1 ano
Medida administrativa: retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado e recolhimento da habilitação
Recolhimento da habilitação
e retenção do veículo
-- Se houver reincidência em até 1 ano, a multa é o dobro
Art. 262. destino do veículo apreendido
O recolhimento ao depósito e manutenção
ocorrerá por serviço público
Art. 276. penaliza concentração de álcool no sangue e também no ar alveolar
Órgão do Poder Executivo federal disciplina margens de tolerância
O Contran disciplina margens de tolerância
quando a infração for apurada por meio de aparelho de medição
Art. 277. acidentes e blitz
Todo condutor sob suspeita será submetido a testes de alcoolemia, exames clínicos, perícia ou outro exame
O condutor poderá ser
submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro exame para verificar a suspeita de álcool ou outra substância psicoativa, que ainda serão regulamentadas pelo Contran
A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoristas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o veículo apreendido, mas não respondia a processo.
Isso acontecia porque a lei previa como conduta proibida dirigir com mais de 6 dg/L (decigramas por litro) de álcool no sangue. Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito de punição.
Críticas
Para o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), autor de um projeto que previa tolerância zero aos motoristas, as mudanças são como "enxugar gelo". "A lei poderia ter sido mais ousada, porque nós estamos diante de uma epidemia. São mais de 40 mil mortes por ano."
O maior problema, no entanto, segundo o senador, está na subjetividade da nova lei. “Eu acho que ficou muito subjetivo. Os agentes vão fotografar, vão filmar. Mas como o juiz vai interpretar essa prova? O bafômetro é a única ferramenta eficaz de comprovar”, defende. "Nós teremos problemas na interpretação disso [pelos tribunais]."
“Eu acho que a lei traz inovações e mudanças que faziam parte da proposta de nossa autoria aprovada no Senado. O vídeo, imagem, testemunho para inibir esse consórcio perverso que é a embriaguez e a direção no trânsito”, afirma Ferraço. “Mas estou aguardando para ver na prática esta forma tão subjetiva que a lei incorporou de comprovar a embriaguez”, afirma.
O advogado constitucionalista Pedro Serrano também avalia que as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF).
“No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em 'afetar a capacidade psicomotora'. Isso acaba jogando na autoridade policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma. “Do contrário, fere o Estado de Direito.”
"Qualquer pessoa que sofrer esse tipo de constrangimento pode levantar essa questão. É um princípio constitucional", completa.
Elogios
Já para o juiz criminal de São Paulo Fábio Munhoz Soares, um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriagadas ao volante, a mudança "é um avanço”.
“Agora basta qualquer tipo de prova que demonstre que você está embriagado. Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela situação do sujeito que sai cambaleando e não tem como comprovar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia para o perito para fazer o exame clínico”, diz.
Para o magistrado, o policial tem papel relevante. "Sempre foi desse jeito. O policial sempre foi ouvido, ele é uma testemunha muito importante", afirma.
O promotor Marcelo Barone também elogia a alteração. Segundo o integrante do Ministério Público, a forma anterior da lei impedia que os motoristas alcoolizados fossem denunciados. “Digamos que não era uma brecha, era uma avenida inteira. Eu mesmo cheguei a deixar de oferecer denúncia. Agora vão aumentar os flagrantes, prisões, denúncias. A pessoa vai sentir alguma consequência no ato”, avalia.
Mas o juiz ressalva que, "para que seja processado criminalmente e condenado, é necessário que fique demonstrado que o indivíduo teve a capacidade alterada". "Do contrário, não há como ser condenada", afirma.
Penas
O aumento da multa aos motoristas não é consenso entre os especialistas, mas, sobre a punição na esfera penal, ele avaliam que o Congresso perdeu a oportunidade de aumentar as penas em caso de condenação.
“Essas multas muito pesadas são só para dizer que é mais severo, mas tem muito pouca eficácia”, avalia o juiz Munhoz Soares. "Mas matar bêbado no trânsito devia ser uma causa de aumento de pena. É esse o tipo de crime que nos deixa mais perplexos. Se quer realmente prender, tem que colocar uma pena alta, mais de quatro anos."
Para o promotor, a pena deveria ter sido aumentada, porque hoje geralmente é convertida em serviços à comunidade. “Por que nos Estados Unidos funciona? Porque lá é preso, aqui não. Mas isso implica em aumentar o número de pessoas presas. Tem que construir presídios, não interessa para o governo”, diz.
Já Dirceu Rodrigues Alves Jr, da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), acredita que a única solução é a tolerância zero de álcool no trânsito. “Essa legislação realmente facilita o diagnóstico. O bafômetro passa a ser usado como fator de negativa do álcool, ou seja, o motorista vai soprar para provar que não ingeriu álcool. Mas tudo fica alterado com a bebida, atenção, concentração, raciocínio, respostas, reflexos, visão, audição. Teria que proibir totalmente”, afirma.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

GM divulga primeiras imagens do Onix e confirma lançamento

A GM confirmou nesta quinta-feira (6) a chegada do Onix, que estreará na 27ª edição do Salão do Automóvel de São Paulo, de 24 de outubro a 4 de novembro. Ainda sem revelar muitos detalhes visuais e técnicos do hatch, a Chevrolet informou que o veículo terá a nova plataforma tecnológica da empresa, chamada de MyLink, além de câmbio automático de seis marchas, o mesmo já utilizado em Cruze, Cruze Sport6, Sonic, Cobalt e Spin. Seus principais concorrentes serão Volkswagen Gol, Hyundai HB20, Toyota Etios, Nissan March, Fiat Palio, Fiat Uno e Renault Sandero. Em 2013, chega a versão sedã.
Chevrolet Onix (Foto: Divulgação) 
 
Chevrolet Onix (Foto: Divulgação)

De acordo com a GM, o Onix será produzido no complexo industrial de Gravataí, no Rio Grande do Sul, que atualmente produz Celta e Prisma. “Muito se falou em Projeto Onix durante o desenvolvimento do carro. Quando fizemos as primeiras pesquisas para escolher o nome, o ‘Onix’ sempre apareceu com muita força. Foi muito bem aceito em todas as regiões em que ele foi apresentado”, explica Gustavo Colossi, diretor geral de marketing da Chevrolet.

A fabricante informa que o hatch é o primeiro fruto do "Projeto Onix", que servirá de base para outros modelos.
Tela interativa no console central do Onix (Foto: Divulgação) 
 
Tela interativa no console central do Onix (Foto: Divulgação)
 
Interatividade
O sistema MyLink possui tela de LCD sensível ao toque e funções multimídia que permite ter acesso a músicas, fotos, vídeos e aplicativos do celular, além de fazer ligações telefônicas via Bluetooth.
Chevrolet Onix (Foto: Felipe Guimarães, VC no AutoEsporte) 
 
Chevrolet Onix

Ford venderá EcoSport brasileiro no mercado europeu

A Ford anunciou nesta quinta-feira (6) que venderá o novo EcoSport, desenvolvido no Brasil, no mercado europeu. O lançamento lá ocorrerá nos próximos 18 meses, ainda não há uma data definida. O anuncio foi feito pelo novo presidente da Ford Brasil, o inglês Steven Armstrong, em São Paulo. O modelo, em sua segunda geração, foi lançado no mês passado no Brasil, onde é fabricado em Camaçari (BA), e é vendido também na Ásia. A Ford diz que ele atenderá a mais de 100 mercados.
O EcoSport tem nova grade frontal (Foto: Canindé Soares/G1) 
 
Nova geração do Ford EcoSport

Armstrong não falou em quais países eurpeus o carro será vendido, afirmando apenas que será "em toda a União Europeia". O preço naquele mercado também não foi divulgado, assim como onde o carro será produzido e em qual volume. No Brasil, o EcoSport parte de R$ 53.490.
Perguntado se o EcoSport será vendido na Europa com alguma modificação em relação ao modelo que começa a chegar nas lojas brasileiras neste mês, Armstrong afirmou que o carro será o mesmo vendido no Brasil e nos países asiáticos. Além do Brasil, o SUV já é fabricado na China, Tailândia e Índia.
Modelos globais
A Ford tornou a afirmar que, até 2015, todos os modelos da marca comercializados no Brasil serão produzidos em plataformas globais, ou seja, a montadora só oferecerá no mercado nacional modelos cuja base é a mesma em todos os países onde são oferecidos. Isso já havia sido dito no fim do ano passado pelo então presidente da montadora no país, Marcos de Oliveira, aposentado em maio deste ano. "No Brasil e na América do Sul, até 2015, 100% dos produtos serão globais. Somente no Brasil, até lá, serão investidos R$ 4,5 bilhões", afirmou o executivo, na época.
A Ford projeta que até 2021, o Brasil terá vendas no patamar de 5,6 milhões de veículos. Para este ano, a montadora prevê que 3,6 milhões sejam emplacados em todo o mercado nacional, com predominância de carros compactos e com motores pequenos.
Os planos na EuropaAtualmente, segundo a Ford, 41% dos modelos da marca no mundo são globais. Até 2016, esse percentual subirá para 71%, disse Stephen Odell, que comanda o braço europeu da montadora, no evento desta quinta na Holanda realizado simultaneamente com o de São Paulo.
A chegada do EcoSport à Europa, mercado que vive um momento crítico devido à crise econômica, faz parte do projeto One Ford, cujo objetivo é dobrar a produção mundial da montadora norte-americana até 2015, para 8 milhões de veículos. "Por isso aumentamos nossa presença na Ásia, e os carros compactos também são fundamentais para atingirmos esse objetivo", afirmou o presidente da Ford Brasil, em São Paulo.
ford mondeo (Foto: Peter Dejong/AP) 
 
Stephen Odell, CEO da Ford Europa, apresenta o Mondeo na Holanda

Na Holanda, a montadora anunciou que terá 15 modelos novos ou reestilizados no mercado europeu em 5 anos, alguns oriundos das Américas, como o EcoSport. Ainda neste ano devem começar as vendas do Kuga, que divide a mesma plataforma com o novo Escape. O Edge também será levado ao mercado europeu, assim como o Mustang. "Há seis anos criamos o plano One Ford. Agora estamos trazendo esse plano para a Europa", disse, na Holanda, o CEO Alan Mulally.
No evento foi apresentada uma reestilização do Mondeo, que divide a plataforma com o Fusion 2013 e terá como opção o motor 1.0 EcoBoost, que segue a linha do downsizing: menor volume e mais potência. "Isso vale tanto para motores quanto para computadores e smartphones", disse a vice-presidente de desenvolvimento de produto da Ford Europa, Barb Samardzich.